Rafinha Bastos – 22 de março – Piracicaba 17/03/2009
Posted by Rodrigo Alves in Humor, Teatro.Tags: A Arte do Insulto, Rafinha Bastos
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Há exatos quatro meses, Rafinha Bastos, da trupe televisiva CQC, desembarcou em Piracicaba com a sua turnê “A Arte do Insulto”. E agora estará novamente em palcos piracicabanos, dia 22 de março, às 19h, no Teatro Municipal “Dr. Losso Netto”.
Espero que venha com repertório renovado, para que as pessoas não corram o risco de pedirem “bis” e rirem da mesma piada.
O melhor é que desta vez ele estará num espaço adequado, com instalações boas, ar-condicionado, poltronas confortáveis, etc. Da outra vez fiquei p… da vida com as cadeirinhas de plástico, acústica do ginásio e calor insuportável. Só não sei se estarei com saco para ir novamente, mas pelo menos recomendo para quem ainda não foi. É uma stand up que merece ser vista!
Abaixo os posts que publiquei na ocasião
A Arte do Insulto, com Rafinha Bastos
Entrevista com Rafinha Bastos

Entrevista com Rafinha Bastos 18/11/2008
Posted by Rodrigo Alves in Teatro.Tags: A Arte do Insulto, CQC, Entrevista, Humor, Rafinha Bastos, Teatro
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Quem acompanha o trabalho de Rafinha Bastos apenas no programa CQC (Custe o que Custar), da Band, pode achar que o humor televisivo é a única especialidade desse portoalegrense de 32 anos. Mero engano!
Na verdade o rapaz é um verdadeiro showman e milita em várias frentes já faz muito tempo, apesar da pouca idade.
Formado em jornalismo, trabalhou na extinta Manchete, TVE Brasil e RBS (a Globo do Rio Grande do Sul). Na área publicitária figurou entre comerciais da Nova Schin, Telesena, Yahoo, Nestlé, Club Social e Fox.
E na web é um dos primeiros a apostar na tecnologia para propagar sua forma de fazer humor.
Portanto, na hora em que Rafinha subir ao palco do ginásio da Fatep/Anglo Cidade Alta, nada de achar que ele caiu ali por acaso, ok? Ele vai estar por lá às 19h de amanhã (16/11/2008), com o enredo de sua stand-up comedy “A Arte do Insulto”.
Confira abaixo a entrevista com Rafinha.
Você gravou recentemente, em Santos, o DVD de “A Arte do Insulto”. Qual o objetivo e para quando está previsto o lançamento?
Estou querendo estrear um show novo no ano que vem e preciso coroar este material que venho apresentando. Para isso resolvi gravar o DVD. Sairá só no ano que vem.
O que o público pode esperar de um espetáculo em que você estará sozinho no palco?
Muita risada… sempre (pelo menos este é o objetivo).
No release do espetáculo, há a informação que você leva ao “A Arte do Insulto” uma “acidez bem-dosada”. O que seria essa acidez?
Acho que tudo é motivo para uma boa piada. O limite é o bom-gosto. A vida cotidiana é um prato cheio para comédia. Vivemos cercados de piada, o meu trabalho é levá-las ao palco.
Diante do sucesso do CQC, porque não abandonou a comédia stand up? Houve pressão da Band para dedicação exclusiva?
Nunca. A minha disponibilidade para os shows caiu vertiginosamente, mas continuo me apresentando sempre. A agenda está lotada até o fim do ano.
Como consegue trabalhar o humor e suas vertentes participando de tantos projetos diferentes (Clube da Comédia, CQC, os famosos vídeos no YouTube e a sua própria stand-up)?
Tudo o que eu faço tem a minha cara, então a adaptação é simples.
O jornalismo te ajudou a fazer humor?
Sem dúvida. Tudo que eu levo ao palco é criação e a faculdade de jornalismo me ensinou a escrever. É vital na minha vida de comediante.
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“A Arte do Insulto”, com Rafinha Bastos (CQC) 18/11/2008
Posted by Rodrigo Alves in Teatro.Tags: A Arte do Insulto, Piracicaba, Rafinha Bastos, stand-up, Teatro
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Piracicaba está sendo invadida pelos humoristas do CQC. E o público, pelo jeito, está gostando.
Marco Luque esteve na cidade no final do ano passado, junto da Terça Insana… época em que o programa ainda estava despontando na mídia e as “fãs” cairam aos montes aos seus pés! Depois chegou por aqui Oscar Filho (em outubro). No último domingo, 16/11/08, foi a vez do repórter do quadro Proteste Já, Rafinha Bastos. Que loucura: estive nos três!
No caso de Rafinha, sua stand-up leva o título “A Arte do Insulto” e a apresentação aconteceu no Colégio Anglo/Fatep, com duração de 50 minutos.
O lugar estava lotado, sei lá quantas pessoas, mas pelo jeito o dobro ou quase o triplo da capacidade do teatro, que é perto de 600 lugares.
Apesar da acústica desagradável, consegui sair de lá achando o cara bom no que faz.
Quando fui escrever o texto ao JP sobre a atração, entrei em contato com a assessoria de imprensa para uma entrevista com Rafinha. O assessor disse que Rafinha responderia as perguntas por e-mail. Quando recebi as respostas fiquei com a sensação: “nossa! essas perguntas não chegaram até o Rafinha, totalmente impessoal, com cara de que um outro jornalista respondeu por ele”.
Bem, em todo o caso, me virei com o conteúdo que recebi e o transformei em uma matéria sobre a stand-up. Depois que assisti ao espetáculo, minha opinião mudou e tive a sensação de que as respostas vieram mesmo do Rafinha. Sei lá, acho que pelo estilo de linguagem. E tbem pq o cara é jornalista. Vai saber!
Mas não criei este post para falar dos meus bastidores profissionais e sim comentar o desempenho do jornalista/comediante nos palcos piracicabanos.
Fazendo uma brincadeira aqui: não quis dar 3 risadas para o Oscar Filho e sim 2 risadas e meia por causa do seu tamanho. Agora, diante do caso do Rafinha, terei que compensar e dar 3 risadas e meia…
Falar que Rafinha tem um estilo diferente do seu colega Oscar seria até redundante da minha parte, mas já comparado a stand-up dos dois eu diria que gostei mais da segunda. Rafinha mira em si próprio. Oscar mira no defeito dos outros. Rafinha critica, Oscar fez o deboche gratuito. Enfim, pra entender o que estou falando basta assistir ao espetáculo ou os vídeos disponíveis nos sites de cada um ou até mesmo no YouTube.
As piadas
Quando chegou ao ginário do Anglo, Rafinha disse que achou todo mundo em Piracicaba muito bonito. É que acabava de sair de uma turnê em Rondônia…. (brincadeira que repetiu três ou quatro vezes no seu repertório e arrancou muitas risadas da platéia).
A acidez do seu humor se estendeu ainda à classe artística, em especial para episódios televisivos. Fez o público dar risada, por exemplo, das ladainhas do padre Marcelo Rossi na Rede Vida (segundo ele feitas para senhoras com Alzheimer) e da programação do Discovery Channel (que só gente chata assiste!). Ele tirou onda ainda da Ana Maria Braga e seu Louro José (ele disse mais ou menos assim: outro dia, depois de dormir muito, acordei com a TV ligada. Cheguei à conclusão que dormir demais deixa a pessoa meio groge. Imagine só que estava passando na TV uma mulher loira conversando com um papagaio).
+ piadas
Mais uma vez, quando foi se referir a Rondônia, contou uma piada a programação da madrugada, que é dominada pela figura do diabo em praticamente todos os canais (leia-se: na programação evangélica). “De madrugada sempre tem alguém possuído pelo demônio. Outro dia estava o cara falando ´daqui não saio, daqui ninguém me tira´. E eu pensei: ´o diabo fala português? Então já sei em que estado ele nasceu! E deixou muitos filhos por lá!´.
Outra que curti:
“Faz 40 dias que eu parei de beber… água! Não posso confiar em uma bebida que não tem gosto, não tem cheiro, não tem cor e se eu quiser beber ainda tenho que filtrar. Então quer dizer que tem alguma merda naquela coisa. Eu tomo vodka! Água transmite dengue, cólera, febre tifóide.”
Ao final do espetáculo, Rafinha fez questão de dizer que todos os textos apresentados são de sua autoria. Depois partiu para a entrada do colégio, para tirar fotos com a platéia, fórmula que tem sido seguida entre os comediantes que adotam o stand-up no Brasil.
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+ do mesmo
Site oficial do Rafinha: www.rafinhabastos.com.br
Página no Youtube: http://br.youtube.com/rafinhabastos
Blog do Rafinha: www.rafinhabastos.zip.net









